AS TROMBETAS ANGELICAIS
1 Quando o Cordeiro de DEUS abriu o sétimo
selo, fez-se grande silêncio no céu cerca de meia hora.
Apocalipse de JESUS CRISTO segundo São João,
cap. VIII:1.
JESUS, O CRISTO DE DEUS.
Que Silêncio!
É o CÉU calado
Mostrando por todo lado
A sua grandeza.
"Eu vi que toação não é a vida, mas uma maneira de desperdiçar alg seres são destacados à felicidade: a é a fraquezauma força, uma enervação. A moralidade dos os do cérebro."
Arthur Rimbaud (1854-1891).
Quando ele se move
Ninguém se comove,
Mas quando silencia
Até mesmo o Dia
Fica quieto,
Pois sabe que o Divino Arquiteto
Realiza muito ato
No Seu Amplíssimo Palco.
O Sol solta os seus raios
Por meio dos galhos
De toda árvore
Que em harmonia
Humilde o reverencia.
Ao Deus Solar
Planeta vai se juntar
E outros vão se aproximar
Do seu calor.
“Que vida! A verdadeira vida é em outro
lugar. Nós não estamos no mundo."
Arthur Rimbaud (1854-1891).
A Lua fica alerta
E totalmente manifesta
Um sentido de quietude,
Pois jamais se ilude
Com tal ação do Universo.
As Estrelas
Aguçam as orelhas
Para poderem ouvir
O que há de vir.
"Ó estações, ó castelos, que alma é sem
falhas?”
Arthur Rimbaud (1854-1891).
As Galáxias
Carregando as suas Massas
Ficam curiosas,
Pois sabem que nessas horas
Há total mudança
No Tempo Final que avança
Sobre o TODO Universal.
Muda tudo
Em cada Mundo
Que orbita
Em torno do CRIADOR INCRIADO.
"... eu é outro. Se o latão acorda a
trombeta, não é culpa sua. Isso é óbvio para mim: Eu testemunho o desdobramento
do meu próprio pensamento: Eu assisto, ouço.”
Arthur Rimbaud (1854-1891).
Poeta simbolista francês.
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