quinta-feira, 26 de maio de 2022

AS TROMBETAS ANGELICAIS

AS TROMBETAS ANGELICAIS

1 Quando o Cordeiro de DEUS abriu o sétimo selo, fez-se grande silêncio no céu cerca de meia hora.

Apocalipse de JESUS CRISTO segundo São João, cap. VIII:1.



JESUS, O CRISTO DE DEUS.


Que Silêncio!

É o CÉU calado

Mostrando por todo lado

A sua grandeza.



"Eu vi que toação não é a vida, mas uma maneira de desperdiçar alg seres são destacados à felicidade: a é a fraquezauma força, uma enervação. A moralidade dos os do cérebro."

Arthur Rimbaud (1854-1891).


Quando ele se move

Ninguém se comove,

Mas quando silencia

Até mesmo o Dia

Fica quieto,

Pois sabe que o Divino Arquiteto

Realiza muito ato

No Seu Amplíssimo Palco.


O Sol solta os seus raios

Por meio dos galhos

De toda árvore

Que em harmonia

Humilde o reverencia.


Ao Deus Solar

Planeta vai se juntar

E outros vão se aproximar

Do seu calor.


“Que vida! A verdadeira vida é em outro lugar. Nós não estamos no mundo."

Arthur Rimbaud (1854-1891).


A Lua fica alerta

E totalmente manifesta

Um sentido de quietude,

Pois jamais se ilude

Com tal ação do Universo.


As Estrelas

Aguçam as orelhas

Para poderem ouvir

O que há de vir.



"Ó estações, ó castelos, que alma é sem falhas?

Arthur Rimbaud (1854-1891).


As Galáxias

Carregando as suas Massas

Ficam curiosas,

Pois sabem que nessas horas

Há total mudança

No Tempo Final que avança

Sobre o TODO Universal.


Muda tudo

Em cada Mundo

Que orbita

Em torno do CRIADOR INCRIADO.


"... eu é outro. Se o latão acorda a trombeta, não é culpa sua. Isso é óbvio para mim: Eu testemunho o desdobramento do meu próprio pensamento: Eu assisto, ouço.”

 

Arthur Rimbaud (1854-1891).

Poeta simbolista francês.

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