DIVINDADE MATERNA
1 Então apareceu um grande sinal no céu:
uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze
estrelas na cabeça,
2 que, achando-se grávida, grita com as
dores do parto, sofrendo tormentos para dar à luz.
Apocalipse de JESUS CRISTO segundo São
João, cap. XII:1 e 2.
Virgem Maria,
Mãe dos Anjos
Iluminai
os sonhos
De
toda a Humanidade.
“O fato de ser Mãe de
Cristo traz a Maria Santíssima lugar único no Mistério da Redenção, já que por
meio dela é que veio ao mundo o Salvador.”
São Luís Maria
Grignion de Montfort (1673-1716).
Escritor, pregador e
sacerdote católico francês.
Divindade
Materna,
Permite
que mesmo na Terra
Nesta
atual Era Moderna
A
Tua Luz jamais falte
Ao
ser humano que se debate
Na
estrada da evolução
Para
alcançar a ascensão.
“Dar bom exemplo ao próximo é uma das maiores honras que
podemos dar a Deus."
Santa Maria Madalena de
Pazzi (1566-1607).
Surgiste neste Mundo
E, em todo segundo,
Mostrou a Tua Grandeza
Tornando-se Mãe da Realeza,
O Menino Deus,
Que com o nome de JESUS
Ampliou a Onipotente Luz
Entre os Homens.
JESUS O VERBO DE DEUS.
Obra
de Heinrich Hofmann (1824-1911).
Pintor
alemão.
"Verdadeiramente és
admirável, ó Verbo de Deus, no Espírito Santo, fazendo com que ele se infunda
de tal modo na alma, que ela se una a Deus, conheça a Deus, e em nada se alegre
fora de Deus."
Santa Maria Madalena de
Pazzi (1566-1607).
Escritora e freira carmelita
italiana.
Maria
Santíssima,
Divindade
sempre Eterna
Iluminai
o coração humano
Para
que saia do seu mísero plano
De
completo desengano
E
entre no Plano Divino,
Onde
pode cantar o Hino
Do
Novo Mandamento:
“Amai-vos
uns aos outros,
Como
Eu vos amei”;
Que
eleva a todo momento
Muitos
ao Pai Celeste
Que
de modo inconteste
É
somente Amor.
"Que vergonha! Nós entre rosas, Cristo entre espinhos!"
Santa Maria Madalena de
Pazzi (1566-1607).
Mãe Excelsa de Serafins,
Potestades, Thronus e Querubins
Cuida de todos
E também de mim.
Que assim seja.
“O Senhor Pai está com Maria,
pois Ele não se separa de maneira alguma de seu Filho e Maria possui este
Filho, como nenhuma outra criatura, até mesmo angélica.”
Santo Agostinho (354 d. C. – 430
d. C.).
Filósofo, bispo e teólogo
cristão africano.







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