sexta-feira, 9 de outubro de 2020

CÂNTICO LÍRICO

 CÂNTICO LÍRICO

46 Então, disse Maria:

    A minha Alma engrandece ao Senhor,

47 e o meu Espírito se alegrou em Deus, meu Salvador,

48 porque contemplou na humildade da Sua serva.

    Pois, desde agora, todas as gerações Me considerarão Bem-Aventurada,

49 porque o Todo Poderoso Me fez grandes coisas.

    Santo é o Seu Nome.

Evangelho de JESUS, segundo Lucas, cap. 1:46 a 49.

VIRGEM MARIA 

Obra de Giovanni Battista Salvi (1609-1685), pintor italiano.


Naquele longínquo dia

A Virgem Maria

Cantou de modo diferente,

Pois trouxe a toda gente

A Luz das Almas,

O Menino Deus

Que como Filho Seu

Surgiu na Manjedoura do Seu Lar

Para a contemplar

Com a Grandeza da Maternidade

Na Sua Virgindade;

Onde um Filho se tem,

Mas é do Além

A Sua ação.

 

35 Respondeu-Lhe o Anjo: Descerá sobre Ti  o Espírito Santo, e o Poder do Altíssimo Te envolverá com a sua Sombra; por isso, também o Ente Santo que há de nascer será chamado FILHO DE DEUS.

Evangelho de JESUS, segundo Lucas, cap. 1:35.

 

VIRGEM MARIA e o Arcanjo Gabriel

Obra de Francesco Albani (1578-1660), pintor italiano.

 

E a Virgem Maria

Cantou com alegria

A Canção Maternal

Que desintegra as hostes do mal,

Com a aceitação

De uma Encarnação

De um Ente Santo

Que com a ajuda do Espírito Santo

Em Seu Lar surgia

Para render honraria

Ao DEUS ETERNO

Que esvazia o inferno

Com a Caridade das Vidas Sucessivas.

MARIA SANTÍSSIMA E O MENINO JESUS

Obra de Giovanni Battista Salvi (1609-1685), pintor italiano.

 

“Bendita essa canção que acalentou

Da tua vida o doce alvorecer ...

Bendita seja a Lua, que inundou

De luz, a Terra, só para te ver ...”

 

Florbela Espanca (1894-1930), poetisa e escritora portuguesa.

 

E assim, a Virgem Santa,

Totalmente se encanta

Com a Dádiva Celeste

Que do mais alto CÉU desce

Para nascer entre os seres humanos

E acabar com todos os planos

Da famigerada ignorância.

 

“Bendita seja a Mãe que te gerou.

Bendito o leite que te fez crescer

Bendito o berço aonde te embalou

A tua ama, pra te adormecer!”


 

Florbela Espanca (1894-1930), poetisa e escritora portuguesa.

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